quinta-feira, 26 de abril de 2007

Para a hora H... e A, F, Z, e...

Músicas tem movimentos, respirações ofegantes, cheiros afrodisíacos; o rítmo ideal para cada vontade. Freud explica ;)

Indo ao ponto... Tributo ao sexo:


º Trenzinho Caipira [Villa Lobos] (pela tarde!) - Egberto Gismonti
º The Dark Side of the Moon (o album inteiro, a qualquer hora, em qualquer situação) - Pink Floyd
º Learning to Fly (ao ar livre) - Stratovarius
º The Myths and legends of King Arthur (Fora o começo, para uma longa noite) - Rick Wakeman
º Johnny B Good (com vodka!) - Judas Priest
º O que será (estilo "dona flor e seus dois maridos") - Chico Buarque
º Seasons in the Abyss (no breu) - Slayer
º White Summer Black Mountain Side (oral) - Led Zeppelin
º Carmina Burana (no frio) - Mozart
º Another One Bites the Dust (rapidinha) - Queen
º Orgasmatron (em festa, com muita carne) - Sepultura

Experimente.

terça-feira, 24 de abril de 2007


Passei a gostar de acordar.


um "retrocesso" necessário

sexta-feira, 20 de abril de 2007

Coração Selvagem

"Meu bem, guarde uma frase pra mim dentro da sua canção
Esconda um beijo pra mim sob as dobras do blusão
Eu quero um gole de cerveja no seu copo
No seu colo e nesse bar
Meu bem, o meu lugar é onde você quer que ele seja
Não quero o que a cabeça pensa eu quero o que a alma deseja
Arco-íris, anjo rebelde, eu quero o corpo
Tenho pressa de viver
Mas quando você me amar, me abrace e me beije bem devagar
Que é para eu ter tempo, tempo de me apaixonar
Tempo para ouvir o rádio no carro
Tempo para a turma do outro bairro, ver e saber que eu te amo
Meu bem, o mundo inteiro está naquela estrada ali em frente
Tome um refrigerante, coma um cachorro-quente
Sim, já é outra viagem e o meu coração selvagem
Tem essa pressa de viver
Meu bem, mas quando a vida nos violentar
Pediremos ao bom Deus que nos ajude
Falaremos para a vida: "Vida, pisa devagar
Meu coração cuidado é frágil;
Meu coração é como vidro, como um beijo de novela
"Meu bem, talvez você possa compreender a minha solidão
O meu som, e a minha fúria e essa pressa de viver
E esse jeito de deixar sempre de lado a certeza
E arriscar tudo de novo com paixão
Andar caminho errado pela simples alegria de ser
Meu bem, vem viver comigo, vem correr perigo
Vem morrer comigo, meu bem, meu bem, meu bem
Talvez eu morra jovem:Alguma curva no caminho, algum punhal de amor traído
Completará o meu destino, meu bem... Que outros chamam de baby"

[Coração Selvagem - Belchior]

Que letra! Que música!
Tudo já foi dito.
É isso.

sábado, 14 de abril de 2007

Sobre flores multicolores

Ah, meu amor, que crueldade esta de nossas vidas.
Como você me faz falta! Enlouquece-me isso!!! Provoca sonhos bizarros e uma sensação que ataca nas noites claras.
Que saudade...
Que falta do seu calor, do seu peito confortável, do seu abraço feito sob medida para mim. Ta, às vezes é muito apertado... mas tem coisa mais gostosa que essa?
Uma necessidade visceral é essa que tenho por ti.
Você é necessário. Como consigo sobreviver longe de você? Como não enlouqueci de fato ainda?
O que vem do peito e dói na alma é impossível de ser expelido pela boca, de ser processado pela lógica das sílabas e se der organizado pelas frases. Não há criatividade capaz de recriar o que é anterior ao palpável e até às idéias... não se idealiza.
É essa energia que só pode ser sentida e absorvida... Como uma dessas energias que tanto já sentimos juntos.
Ah, que saudade desses sentimentos tão profundos e silenciosos que nunca mais tivemos a chance de fazê-los aflorar. Ah, que saudades das lágrimas do prazer doce de amor; da telepatia abstrata dos olhos e olhares bailarinos; das mãos e toques arrepiantes; das palavras e lugares mágicos...Das embriagezes mais encantadas por sua companhia.
Do sono mais gostoso...
Dos pensamentos mais realizáveis...
Das horas bem-vindas...
Das flores multicolores cheirosas de amor...

Não posso dormir agora sem ouvir sua voz.

quarta-feira, 11 de abril de 2007

Nada do que foi será.

É lindo ver a mudança aflorar nas pessoas. Lindo perceber que certos seres se tornam melhores do que eram... ou nem melhores, nem piores; diferentes, mais atuais e felizes. A atualização do ser é tão necessária quanto o crescer.
Falo de pessoas como a que quando a fitei pela primeira vez era simpática, cheia de curiosidades e indecisões. Por algum motivo lá estava ela naquele corredor, mas sem saber ao certo o que realmente era estar ali. Sei, pois compartilhamos isso. Dois anos se passaram. Ela trocou a habilitação da Comunicação Social e agora está aí com suas saias rodadas e blusas sobrepostas, cabelos mais curtos, trabalhando e mais que escrevendo, falando coisas tão criativas e livres. Ela se tornou.
Há pouco conheci outra pessoa que depois de um choque emocional triste uniu forças e voltou a seu curso universitário, resolveu se tatuar, fez mais amigos... deu a chamada "volta por cima". Agora começou outra libertação para ela. Talvez a primeira lhe mostrara que ela poderia buscar algo a mais que a fizesse mais feliz. Mudou de idéia, abandonou o curso, alisou os cabelos e vai começar coisas novas.
Esses são dois exemplos que demontram quão belo é isso, o quão belo é mudar. Não que eu não tenha sentido isso antes.
Quando observo o que é belo, procuro investigar se tenho isso também. Será que tenho mudado... Sei que sim, mas eu enxergo a mim mesma de maneira mais complexa e não me vejo do meu lado de fora. Não tem graça eu mesma me interpretar.
Mas sabe, a mudança é latente aqui todo o tempo. Todo novo dia é um dia para a mudança. E a modificação pode vir como chance, escolha ou mesmo desapercebida na prática de exercícios diários que a rotina nos concede.
Eu procuro mudar minha maneira de enxergar as coisas todos os dias. As coisas e as idéias são inesgotáveis. É... Às vezes essa idéia de mudança me cansa também. Hoje mesmo acordei cansada do mundo... incluindo minha cara.

quinta-feira, 5 de abril de 2007

Lapso chato.

haha charade you are!!
A vontade chegou... Agora já era! O disco animals me dá vontade de escrever. A cerveja ruim me dá vontade de escrever... e a falta de mais uma dela me dá vontades.
Que vício... já ía começar a falar de faltas. O que falta não interessa mais. Oras.
Aí é q tá, muita coisa não interessa mais! Aeew, viva o desprendimento. Me sobram vontades. Mas q coisa... já falei disso tantas vezes também.
Vou apagar tudo.
Não vou mais.
Coma!!

domingo, 1 de abril de 2007

ÔLEÁ!

Against the wal????
Estive no lado escuro da Lua há uma semana atrás... Me sinto como se ainda estivesse por lá. Nossa... foi literalmente uma viagem. Foi uma elevação!! Foi um grande passo. A emoção de tudo aquilo fará parte de mim sempre.
E nesse tempo de agora a solidão impera. Voltei a beber sozinha, na frente do computador e da página virtual em branco q aos poucos enche-se de devaneios. Voltei a ser abraçada pela cama de manhã. Essa relação está se tornando prejudicial... mas logo pedirei um tempo a ela... Aham... me conheço, cara! hauahua Pois então, continuando a falar de minha suposta solidão... bem, ir ao cinema sozinha já é quase uma rotina... mas ir ao cinema sozinha e levar bolo de mim mesma, aí é foda. Me atrasei... nem tinha a seção no horário q achei q tivesse... péssima mania a minha de adiar as coisas ao máximo de tempo possível para fazer o máximo de coisas possíveis antes. Essa minha gula terá de ser tratada. Já está sendo. Mas pow... nem tenho tido mais excessos de uma semana pra cá... Nem as cervejas que se expremem em minha pequena geladeira são exessivas! Pudera se fosse.
Iria começar a me lamentar agora da falta de vida inteligente ao meu redor... mas me lembrei q é inútil. Não adianta lamentar. Está assim e pronto! Um dia muda... quem sabe! É melhor eu parar pra curtir essa minha situação. Não é todo mundo que tem a oportunidade de ter tanto tempo livre com a chatice de si mesmo. Eu até curto! E aprendo a curtir sem 'fazer fita', como diria o Cazuza. É engraçado... poderia ser uma desgraça, mas nem é. É só isso... eu sozinha, acordando sozinha, comendo sozinha, discutindo relações e decidindo as coisas sem o palpite alheio. Eu escolho a hora de sair de casa e que caminho tomar até a parada de ônibus. E do ôbinus não tenho ninguém a me esperar em lugar algum! E quem diria... me divirto assim mesmo. Poderia ser melhor... mas não é, oras bolas! Porém depois de tanta solidão, considerarem mal minhas cervejas egoístas e minhas palavras embriagadas, é desgostoso. Me deixem aqui!! (Não sei pra quem falo...) Que monólogo. Que contradição.

quarta-feira, 14 de março de 2007

Nascemos para o encontro...

"O homem, quando jovem, é só, apesar de suas múltiplas experiências. Ele pretende, nessa época, conformar a realidade com suas mãos, servindo-se dela, pois acredita que, ganhando o mundo, consiguirá ganhar a si próprio. Acontece, entretanto, que nascemos para o encontro com o outro, e não o seu domínio"
O Encontro Marcado, de Fernando Sabino.

Com o que mais me identifiquei? Com as vírgulas. E com as palavras.

segunda-feira, 12 de março de 2007

Agora entendo a sobra de calor em mim e o frio de meu ambiente.

Na vida sempre se tem um Tempo pra alguma coisa. Um Tempo que dure o tempo que for, mas um Tempo. E esse Tempo de agora está para buscas. A mudança já se fez por si só, já foi a própria ação. A Busca não... Ela não existirá sem que a dona da ação seja eu mesma.

Há coisas das quais preciso tanto, mas com o passar do ano ou dos dias deixei de lado em nome de umas necessidades até então prioritárias. Mas o q é imediato não preenche verdadeiramente o espaço vazio... É só um "tapa buraco" ou um "step" para as necessidades emocionais. Nos últimos tempos tenho agido mais por espontaneidade (resultada de uma velha busca minha)... e as ações espontâneas me resultaram muitos prazeres imediatos mas nada duradouros, mesmo que também tenham proporcionado emoções intensas. Tenho me relacionado com minhas vontades de modo tão fugaz que outras questões internas ficaram esquecidas.

Minha atenção tem sido egoísta. Priorizei-me tanto (vestígio de um Tempo passado provido de carência) que esqueci dos demais. Passei a sentir menos as pessoas, a observá-las menos, admirá-las, escutá-las, entendê-las, conhecê-las menos. Acomodei-me numa solidão confortável e mais triste. Minha atenção tem estado toda voltada para a minha vida... Para a beleza da minha vida e dos meus sentimentos por algumas outras pessoas. Meus dias se tornaram uma linha de uma só cor, com altos e baixos e sem pontos em comum com a linha dos dias de outras pessoas.


Então, tendo sentido e identificado minha falta de outros, de ser cúmplice, de me entregar e de acolher realmente aflições e alegrias alheias; tendo sentido e identificado minha indignação absorvida com esses seres sociais, com esse maniqueísmo torto, a decepção com atitudes, as experiências frustrantes e doloridas e o meu medo de tudo isso; tendo sentido e identificado todo o torpor após tudo o que foi citado, tenho a necessidade de mudar tudo isso. De BUSCAR tudo o que tenho renegado.

Preciso expandi-lo e doá-lo. Para isso, preciso também prestar mais atenção no meu espírito... Preciso me ligar mais a ele... Espiritualizar-me. Buscar seriamente corrigir no meu eu profundo o que tanto tem me atrapalhado. Preciso de paz... De uma paz diferente. Paz nem comigo, nem com os outros... Uma paz. Resgatar a TERNURA.

domingo, 7 de janeiro de 2007

F.U.G.A. z

A poesia foge.
de mim;
Assim como fujo.
de mim.

Ela não vem. Eu não tô. Ela tá com eu.


Tenho medo de tudo ser igual... acho q não agüentaria, não poderia! Aquilo novamente não faria sentido.
A verdade é que ainda não encontrei o ponto certo e todas as minhas estratégias já foram realizadas.
Eu to com medo. O tempo de apartação está correndo e se esgotando.

Que eu tome jeito e me encaixe!

Ou acabarei me acovardando...

sexta-feira, 29 de dezembro de 2006

Um segundo entre o fim e o começo.

Era um ano de opostos intensos. Dois semestres, dois sentimentos básicos, dois lugares, dois tempos, duas Marina's. Ser e não ser... O Ser e o Não-ser. Nitedez, presença; distorção, ausência. O fim e o começo.
Tudo era fresco no verão passado. Convidativo tempo de alegria presente e por vir. Da esperança do novo e a certeza entusiasmante do desconhecido que chegaria com data marcada. Estava cheia de mim. Disposta, consciente, corajosa... forte!
O dia chegara: 23 de fevereiro, vôo de Brasília para São Paulo, por volta de 12:30. Chegada em Congonhas, onibus até Guarulhos, avião para Toronto e outro para Vancouver. Lá, um carro e enfim a casa dos Italianos. Estava tudo anotado; uma pequena segurança para os riscos que eu me divertira em enfrentrar.
Começara minha jornada pelos meses maravilhosos. O sonho se realizara... de fato! Intensas descobertas, intensos sorrisos, curiosidades. Fui feliz todo o tempo. A felicidade transbordava até nas lágrimas de saudade e na dificuldade. Acordar era muito fácil! Meus dias por lá eram contados... não exatamente contados pois preferia me privar da idéia de que os dias estavam sendo arrancados um a um... preferia mesmo ignorar quanto tempo ainda me restava. Via as pessoas partindo e chegando toda semana... era normal a rotatividade de lá. Quando me dei conta, estava em meus últimos dias. Deixei o tempo acabar... mas ele ía ocupado, feito... não morto. Demoronei em meu último dia. Olhei pela última vez tudo o que havia conquistado e vivido... tudo o que carregaria comigo... mas carregaria de forma abstrata. Meu tempo acabara. Em dois dias já estaria de volta ao sempre.
Fiz o caminho inverso para voltar. Quando cheguei, nada havia mudado por aqui. De nova, somente eu. Foi ótimo matar as saudades, mas essas deram lugar a uma que nunca irá desaparecer. Acabou... e eu a cada hora vazia me lembro daqueles dias que a cada novo momento de vida ficam mais distantes do meu presente, apesar de serem nítidos. De alguma forma ainda fazem parte do presente, apesar do meu esforço para que fiquem cravados no passado memorável.
Fim de Julho voltei a Brasília e às minhas amadas aulas de Jornalismo. Me instalei num novo lar. Agora um apartamento de verdade com a companhia complicada de meu irmão. Iniciei o curso de espanhol. Não arrumei um estágio como havia planejado e também não me tornei professora de inglês. Não fui a academia e não perdi um único quilo. Não saí muito e não fiz de fato nenhuma nova amizade. Acordar se tornou complicado e as faltas aos compromissos se tornaram rotineiros. Me acostumei a passar mais de um dia em casa porque me sentia confortável. Chorei de raiva, solidão, desespero, de pena, tristesa e de saudade... pelo vazio e por não saber... por mim e pelos outros. Me desconheci. Descobri tarde que havia me perdido, mas nunca é tarde demais.
Bem, agora não estou mais no "começo" pois já me sinto longe o suficiente dele a ponto de exerga-lo como passado. Que comece então o desenvolvimento. Nada é fácil. A dificuldade está clara pra mim... tanto a dificuldade como as outras "coisas da vida". Mas tudo é belo. É uma vitória poder dizer isso com sinceridade. É sinal que estou reencontrando minha essência, e isso é 'essencial' pra mim.
Eu quero mais. Eu quero saber ponderar as coisas e voltar a conseguir ser livre à minha maneira. Quero mais leveza. Falar das coisas sem te-las excessivamente à flor da pele. Ativar a peneira de meu ouvido, o funil de minha boca e o motor do meu cérebro. Quero disposião para aprender, descartar e buscar!! Quero minha AÇÃO. Porque eu posso.

[Azul de mim]


sexta-feira, 8 de dezembro de 2006

"A salvação é pelo risco, sem o qual a vida não vale a pena"

Dedicar as férias à mudança é algo cabível... e mesmo que não seja, a farei. Férias, fim de ano, festas, viagens, reencontros, tempo livre! Não sei porque o fim de ano é tido como uma perfeita oportunidade para mudanças. Talvez porque o ano é NOVO. Ano novo... uma bela oportunidade para recomeçar, corrigir, pensar.
Reencontrarei minha essência para me renovar. Dessa vez uma coisa (ser) não acompanhou a outra (vivência). Parece que tudo o que preciso chegou pelo correio encaixotado há tempos e eu nem se quer abri e usei... as descobertas estão acumuladas todas sem prática.
Que atraso me tornei!
Uma pena dizer isso... mas é!! A luta para a correção é árdua e às cegas. A minha luta é a busca pelo equilíbrio. Tem coisa demais onde deveria ter menos; tem coisa de menos onde deveria ter mais.
Nunca imaginei que mudar se tornaria algo complicado pra mim... mas aqui estou eu para experimentar novas buscas. Ao menos ainda conservo o otimismo!
Vou me libertar... e mesmo que mão precise de razões para isso, tenho muitas.
E por que não?
Me salvarei da não-vida.

"A salvação é pelo risco, sem o qual a vida não vale a pena".
C.L.
[Verde de esperança]

sexta-feira, 1 de dezembro de 2006

Que bom que ELA volta.


A gente sempre se cansa das coisas, às vezes das pessoas também. Algumas vezes na vida até de si mesmo! Cansar é necessário, cansamos pois vivemos.
Tudo é uma questão de cansar.
Pois eu provo que posso me cansar até de estar triste, o que sempre é o melhor dos cansaços.
Já a felicidade, acho que essa que se cansa das pessoas às vezes, e outras, as pessoas são quem acabam se cansando do cansaço da felicidade. Quando a felicidade chega estontiante convidando, burro é quem se acha muito cansado para ela, e pobre de quem está tão cansado, tão cansado das outras coisas, tão cansado de si, tão cansado de ouvir, tão cansado da redundância da vida, que não consegue acompanhar a tal felicidade...
Então ela fica alí, entediada...
E vai embora.
Quando ela se vai, só volta se for buscada.
Leva uns dias para abraça-la de vez, tempos pra ela se renovar.
Mas que bom que ela volta :)

sábado, 11 de novembro de 2006

Como vai você?

Estou resistindo firme e já tenho, se não animo, forças para fazer ao menos minhas obrigações. Agora, estar feliz é outra história.

Quem diria eu?
Não entendo. Será que mereço? Será que é questão de merecer? De qualquer maneira, tem sido um profundo aprendizado. Tomo isso como consolo.

Minha loucura não pode ser essa... e não é. É outra, feliz.

domingo, 5 de novembro de 2006

JAZ MI NUZ

terça-feira, 24 de outubro de 2006

O amanhã sempre chega... isso é um disco e tanto.

sexta-feira, 20 de outubro de 2006

Engano

Renascí?
Acho q me precipitei. Talvez ainda esteja na encubadora.

Vazio

O vazio existe, e ele está em tudo. Um dia a gente descobre esse sentir. A sensação é morna, como a cama no amanhecer; é cansada.
Nada mais é convidativo. Os sonhos são anestésicos.
O desconhecido do vazio se apresenta. Bem vindo ao tempo morto. Aceita a exessiva claridade. Corra para as trevaz.

quinta-feira, 5 de outubro de 2006

Mutante.S

E minha vida anda muito nada haver...
Mutante, sem razão.
Vontade sem ter.
Involuntária do não ser.
Riso fraco.
Descuido banal.
Um tempo este mutante de sensações mutáveis... em mim mesma, constante.

sexta-feira, 29 de setembro de 2006

Eu VOU ficar com toda certeza Maluca Belezaaaaaaaa....... Retrospecto Presencial

Eu sou uma daquelas músicas que escutava antes de saber algumas coisas!!!!!!!!
Eu sou o que eu berrava quando tinha 15 anos!!!!!!!
Eu sou eu quando me arrepio com uma certa mão no meu braço!!
Uuuuiii!
Eu sou eu quando me simplifico!

Eu me simplifico rolando no chão e sentindo o geladinho dele enquanto toca uma daquelas músicas que eu escutava antes de saber algumas coisas e berrando as loucuras floridas multicolores e com cheiro de ácool e sentindo prazer com uma mão no meu braço!!!

É, é nesse momento que sou eu completamente!!!!!!!!!!!
Quando me liberto de qualquer tédio ou afobação mundana!! Aí sim, sou puramente eu!!
Ou seja, nos outros momentos, sou apenas eu e mais um pouco.

segunda-feira, 18 de setembro de 2006

Dias para renascer...


Hoje é dia de voltar a ir com calma...
Começar um novo livro, mas desses sem teorias, "ademicismos"... Sabe, é um pra ler antes de dormir, pra não tirar o sono.

Hoje é dia pra voltar a sair do sério e botar em prática o que aprendeu a respeito de separar as coisas. Devagar, sempre e consciente.

Hoje é dia de não anciar pelo fim de semana seguinte. É dia de administrar tempos, momentos sem horas.

Hoje é dia de voltar a criar, massagear os olhos, trabalhar as mãos, atentar os ouvidos.

Hoje é dia de banho demorado e comer chocolate, rir e jogar conversa fora.

Hoje é dia de comprovar que o tempo de mudar é o sempre. Mostrar a si que sempre há tempo, saída, adaptações...

Hoje não é dia de dureza. É dia de esquecer, voar, respirar!!!!!

Assim vou vivendo... Mudando de viva, trocando de pele. Nascendo, morrendo e nascendo de novo. Sempre crescendo e desenvolvendo.
É a busca eterna pela felicidade profunda. É a renovação...

Mas o processo de morrer e nascer é longo, complexo, perogoso.
Por isso hoje é dia de começar o tempo de experimentações.
Sempre podemos trocar de livro, de humor, de momentos, de idéia, de ordem, de si mesma... de tática!!
Pra chegar na plenitude de ir sorririndo, vivendo... uma vida azul.

Já fiz isso tantas vezes... mas a memória é curta.

sexta-feira, 15 de setembro de 2006

Desconfiança de tudo e de si mesma.

Queria qualquer coisa que fosse mais real que esse cotidiano inútil.
Eu sempre soube que não sou do tipo de pessoa que deve se entregar assim a metas, à competição. É o auto regramento que me consome. Odeio coisas estabelecidas e principalmente o excessivo pensamento a respeito disso. A minha destruição vem de dentro. Começo a duvidar de tudo isso que me rodeia, não sei mais se isso faz algum sentido na minha vida. A faculdade cria parâmetros abstratos. Não sei mais se acredito nisso. Não sei se acredito no que desejo. Não sei nem ao certo se realmente desejo algo. Eu não sinto. Estou sem rumo, sem razão, sem prazer, sem chão, sem céu, sem esperanças. Sem ! Sem felicidade...Tudo é duvidoso. Aonde está o sentido? Porque estou indo a faculdade todos esses dias... estudando... porque ser bem sucedida? Ganhar dinheiro... Apesar de todos terem uma resposta óbvia pra isso, a minha resposta eu não encontro. Não é possível que a felicidade esteja aí, porque toda essa busca pelo firme me destrói, me cansa, me humilha porque me torna fraca, incapaz. Como não suportas o básico? Eu não suporto. Quero a calmaria, viagens sem luta, amor sem esforço, comidinhas; a escolha constante e momentânea. A felicidade plena. Quero pular todas as etapas, não acredito nelas. Mas não entendo porque não pode nada ser do meu jeito. É tão mais real. Mais real porque acredito que poderei sentir a vida. Vida que acaba. É um tempo de descanso. Ou de trabalho, não sei. Quero meu coração batendo com vontade. Minhas palavras sinceras...
Não sei para onde correr, o que fazer comigo mesma e com tudo aquilo o que me move. IT’S NOT HOW I AM.
Eu simplesmente não sei. E se ainda posso escrever e saber do que sou capaz, me faz não louca ainda. Temo estar perto da loucura. Talvez a saída de todo o inútil esteja nela. Quero mais sinceridade de mim para mim. Talvez seja o que me falta. Acredito que a cura e os problemas sempre estão dentro de mim. Mas ando perdendo o controle. Preciso de tempo para me organizar, para me emprenhar em melhorar. Não acho tempo, não encontro brechas para isso. Dessa vez não está fácil e ando procurando muito ajuda. Mas ela não tem sido eficiente. Não sei. Estou muito presa aqui fora. Estou viciada em todo esse sistema. Não sei como fui parar aqui. Quando me botei aqui. Aonde tenho falhado... não sei o que tenho esperado de errado. É pressão de todos os lados. É IMPRESSÃO DEMAIS. É informação guardada no lugar errado, É autocrítica e autoconfiança demais. É separação de menos. É satisfação, compreensão, admiração de menos. É abertura demais e de menos. É muita saudade do que passou e do que ainda não veio. Dúvidas cruéis de não saber se porque não é como sempre foi, deve voltar a ser como acho que são, ou se deve ser como estão sendo . Não sei se as coisas devem mudar assim. Me baseio no meu auto-conhecimento. Vai que é assim que tem que ser e eu tenho que me acostumar?
Não creio.
Preciso de calma, mas não sei aonde encontrá-la.
Agora me manterei mais calma até o próximo surto. Isso não costuma tardar.

segunda-feira, 11 de setembro de 2006

Pós - informação

Enlouquecer é muito fácil.Difícil é raciocinar.Talvez venha daí a loucura.

sábado, 2 de setembro de 2006

A MORTE - VIDA COTIDIANA DO NADA

“Sentado de pé num banco de pedra feito de pau, o jovem ancião calado dizia que o surdo ouvira o mudo dizer, que o cego vira o coxo correr.”

e eu continuo...

Dormindo acordada, a garota pensava gritando que o sol não pudera nascer esta noite. Perguntou-se afirmando que só poderia ser culpa da inocente luz da escuridão elétrica da noite clara.


Dançando no silêncio do baile deserto, o moço cansado, todo empolgado, cantarolava a melodia do silêncio. Ensaiava passos da valsa do funeral das orquídeas cinzentas que ele de tanto admira-las, cortou-as e queimo-as no fogo frio do telhado de carvão.


E o esqueleto da escola, que nunca morrera, pôs-se a correr num teto sem chão, fazendo barulhos metálicos de seus ossos de plástico, ecoar pelos corredores do prédio sem paredes.


O azul sem amarelo descoloriu o arco-íris do céu do universo, fazendo as estrelas despencarem em Saturno colocando diamantes nos em seus anéis de pedra.


E assim vive o planeta Átomo do universo Terra, na sétima geração dos compositores da arte sincera neo-sacro-rupestre-surrealista-pré-contemporânea que escreve em cores sem música a alma certa dos confusos lúcidos.

sexta-feira, 1 de setembro de 2006

Passarinha muito engraçada.

Tem gente que nasce passarinho nômade, mas pelo vento desfavorecido, asas destreinadas e coração pescado, não se locomove o quanto deve, apesar de dar lá os seus vôos. Essa sou eu. Pelo menos nesse tempo.......................

Sem ditado.

Uma quase internamente nerd libertária! Uma quase tímida externamente libertina!

sábado, 26 de agosto de 2006

Diz aí.

"O INFERNO SÃO OS OUTROS"
Sartre

Sartre, por Cartier Bresson.

sexta-feira, 25 de agosto de 2006

Não foi dessa vez! hahaha

Apesar do descabelamento, como até hoje vem acontecendo, no fim deu tudo certo!! Consegui escrever a tal matéria. É claro que quando eu a ler amanhã vou encontrar uma série de defeitos, vou querer mudar alguma coisa. Isso vai se agravando com o passar dos dias. Meus testos tem um prazo de validade muito curto comigo. Eu nunca me canso de lê-los (se eu não os ler, quem irá?), nunca me canso de critica-los, ama-los e odia-los.

Então agora postarei pela primeira vez uma matéria nesse espaço sombrio (costumo postar essas coisas nesse: http://www.cale-se.blog-se.com.br).

O BRIGADEIRO E A MAÇÃ

Por: Marina Nogueira Bártholo


De todas as frutas, a mais querida e procurada é a maçã. Ela é tão presente em casa e no mercado quanto brigadeiro em festa de aniversário. A maçã como o brigadeiro, é bem doce, só que não pode ser feita em casa. É bem difícil também encontrar alguém que tenha uma macieira no quintal. Já o brigadeiro é muito fácil de se fazer, em alguns minutos já se tem o brigadeiro na panela prontinho para ser devorado. Uma das coisas que mais influencia a produção da maçã é o clima. Para ter boas maçãs é melhor plantar sua árvore num lugar de clima mais frio.
A macieira é uma das árvores cultivadas há mais tempo e a maçã é uma das frutas que dura mais depois de ser extraída do pé. Por isso ela foi um alimento de grande destaque na Europa, Ásia e Estados Unidos durante milênios. Pena esses países não terem conhecido o nosso brigadeiro. É nosso porque é um doce totalmente brasileiro. Ele foi criado aqui logo após a Segunda Guerra Mundial e também é chamo de negrinho. O brigadeiro foi inventado a partir da dificuldade de se obter ingredientes frescos para a confecção de doces. Então tiveram a idéia de misturar leite condensado e chocolate. Nosso famoso doce recebeu esse nome em homenagem ao brigadeiro Eduardo Gomes, que era político e candidato à presidência da República na época.
Para variar os tipos de brigadeiro nos resta usar a criatividade. Dependendo da maneira que se faz, ficam mais rígidos ou mais cremosos, diversificando a maneira de se comer. Quando fazemos brigadeiro em bolinha, podemos optar em o que usar para cobrir e enfeitar o brigadeiro, como granulados coloridos ou até mesmo coco ralado. Existe até brigadeiro branco! É feito de chocolate branco, para quem gosta chega a ser tão bom quando o de chocolate comum.
Existem várias espécies de maçãs e elas variam bastante de cor, como as vermelhas, amarelas e verdes. Algumas espécies se diferenciam também pela tonalidade de suas cores. Há mais de 7.500 espécies de maçãs que se encontram em climas temperados e subtropicais. Como elas necessitam de geadas para florescer, não são encontradas em áreas tropicais como na maior parte do Brasil.
As maçãs, além de tudo, são bastante nutritivas. Elas têm o poder de manter o colesterol num nível bom por causa da pectina encontrada na casca. A pectina também ajuda a emagrecer, pois ela absorve as gorduras e a glicose, que em grande quantidade faz mal à saúde. Tudo isso somado ao à grande quantidade de potássio na maçã, ajuda muito o coração. O brigadeiro também tem substâncias necessárias ao nosso corpo. Como tem muita glicose, deve ser comido de forma controlada, pois a glicose faz engordar. Tudo em exagero, mesmo que muito gostoso, faz mal.
Agora devo explicações. Passei um tempo durante a tarde lendo notinhas no site da Revista Recreio pra tentar captar a linguagem para o público infantil. A linguagem não é muito rebuscada mas não subestima os pequenos, que cá entre nós são bem esquisitos, não parecem nada com as crianças da minha infância. É assustador escrever pra eles! Tentei ao máximo usar essa tal linguagem abstrata, mas já começo a achar que falhei em alguns aspectos.
Reparei principalmente que a revista investe em curiosidades! Criança é curiosa, e as de hoje prezam muito por informação. Por isso resolvi tirar do tema a origem do brigadeiro, informações sobre a maçã e as outras coisas que estão no texto.
Como sempre, depois de escrever algo, eu me pergunto: "Eaí, vc paga por esse seu trabalho?". Hoje eu respondí (nada diferente das outras vezes): "Caro!!". É isso aí. Apesar das várias inseguranças, eu pago meu trabalho. Alguém tem que começar a fazer isso, né?
Agora começo a sentir minhas costas e já sinto o delírio do sono, então vou juntar minhas últimas forças para tomar um bom banho e cair dura!!!

Coitada!

Sabe o que dói em TER que escrever?
É ter à minha frente aquela folha virtaul em branco me encarando e me obrigando a decidir o futuro dela.
Depois de alguns apertos de palavras obvias entro no ócio criativo. O que escrever, hein? hein?

O tema: Brigadeiro e maçã.
O público: Infantil
O tipo: Matéria informativa, 20 linhas.

Oras!!!!! Q fácil!!
Vá à merda!!
Esse é o peso de querer ganhar a vida com suas palavras e idéias... o peso está justamente em TER que ganha-la.

Querem explorar minhas letras!! Minhas letras NÃO!! Não, não, não..............

Coitada... tão nova e já em parafuso.

E o que será da matéria de Marina Bártholo às 23:00 até às 8:00? Ah, ela tem q dormir também.

Mas como a mãe dela disse, ela pode escrever qualquer coisa!!! E a Marina acreditou...
Mas num é?

quinta-feira, 24 de agosto de 2006

Antes, pelo medo.

Abraçe aquela que te pariu enquanto pode,
Aquela que te apóia, enquanto a tem,
Aquela a quem se ama, incondicionalmente, agora!

Mãe.