segunda-feira, 4 de maio de 2009

Esse outono é como minha saudade.

Traz noites frias que congelam a solidão,
dias úmidos que borram as lembranças,
fins de tarde que recordam com nostalgia
a melancolia da ausencia no passar do tempo...
E o amanhecer com cheiro de chuva
traz a afirmação de que tudo continua,
como uma garoa tênue e ininterrupta,
sempre e sempre
com a solidão, e as lembranças,
a melancolia, e a ausência,
no "excrucitante" passar do tempo...
Que
minha saudade não passa.

Um comentário:

Plínio Gomes disse...

A saudade, sempre na nossa frente, no nosso passado. Escrevi sobre saudade também. Bjos
Abraço perfumado